Por que criar um blog? Veja 10 razões pelas quais você deve integrar um em sua estratégia

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Escrito por: Alexandre Spada

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Muitos empresários e gestores se perguntam se criar um blog é realmente necessário para suas empresas, e se você chegou até aqui, provavelmente seja um deles.

Essa é uma dúvida comum, que assola pequenas e médias negócios devido a 3 motivos principais:

  • Considerar blogs incompatíveis com o segmento em que atuam;
  • Não possuir recursos (físicos e financeiros) que possam ser destinados a marketing e publicidade digital;
  • Falta de conhecimento sobre seus benefícios e aplicabilidade.

Mas, antes de qualquer argumentação sobre esses motivos, eu gostaria que refletisse sobre três situações:

O que leva grandes marcas como Coca-cola, Disney, General Electric, Red Bull, Starbucks, Nestlê, Walmart e muitas outras a usarem blogs em suas estratégias de comunicação e se tornarem cases de sucesso?

Como e por que grandes empresas estão surgindo do zero e atingindo rápida ascensão usando como ponto chave de suas estratégias, a educação de seus consumidores através de conteúdo gerado para blog?

Será que elas viram na criação de blogs uma oportunidade de atrair seus consumidores, se aproximar deles, gerar autoridade e se estabelecer como referência em seus mercados?

Vou deixar que tire suas conclusões ao longo do texto. Mas, para que isso seja possível, listarei a seguir, 10 razões pelas quais, na minha opinião, a maioria dos negócios deve considerar criar um blog como parte da sua estratégia, e como ele pode ser útil para diferentes objetivos.

1. Blogs são ferramentas simples e rápidas para gerenciar conteúdo

Atualmente, existem inúmeras ferramentas criadas especificamente para compor blogs, o que tornou a publicação, edição e gerenciamento de conteúdo tarefas relativamente simples.

Hoje, qualquer empresa de pequeno e médio porte, inclusive que não possua equipe de TI ou mão de obra especializada, é capaz de blogar sem dificuldades.

Tais ferramentas, são amigáveis à maioria das pessoas que sabem trabalhar com editores de texto, e não requerem para sua utilização nenhum tipo de conhecimento técnico em web design ou habilidades gráficas avançadas.

2. Criar um blog corporativo ajuda em SEO (Search Engine Optimization)

Ser encontrado por potenciais clientes em ferramentas de busca como o Google, se tornou pré-requisito para qualquer empresa que busque ganhar escala na geração de novos negócios.

A lógica é simples: Quanto mais pessoas interessadas no que uma empresa tem a oferecer conseguem chegar ao seu website, mais chances essa empresa tem de transformar essas pessoas em clientes.

Mas, aparecer nos resultados de pesquisas sem ter que pagar por isso (organicamente), não é uma tarefa simples!

Um site precisa ser considerado como de qualidade para que seja recomendado pelos buscadores. E para isso, mais 240 critérios são levados em consideração.

A junção desses critérios, mais as boas práticas de desenvolvimento web e criação de conteúdo, chamamos de SEO – Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Busca.

Em SEO, um dos elementos importantes de classificação de uma página é a periodicidade com que ela é atualizada.

Sob a ótica do Google, por exemplo, quanto mais recentes forem as publicações em um website sobre determinado assunto, mais chances ele tem de ser relevante, trazer informações atuais e que realmente interessem ao seu usuário.

Outro critério levado em consideração é o tamanho e a quantidade de conteúdo. Textos maiores tendem a ser mais completos, e em volume, possuem maiores chances de trazer aos seus visitantes a informação que está sendo buscada.

Por essa razão, buscadores adoram Blogs. Sites corporativos que possuem blog em sua estrutura, tem em média 434% mais páginas, e com isso, mais conteúdo publicado. O que representa 87% mais links exibidos como resultado de pesquisas.

Um blog atualizado com consistência e com conteúdo de qualidade, ajuda com que empresas sejam encontradas e ganhem mais visibilidade gratuitamente, e com isso, geram mais negócios sem que seja necessário investimento em anúncios.

3. Blogs, além de serem informais, podem abordar diversos assuntos que atraiam um público-alvo

As boas práticas de SEO recomendam que páginas criadas com o objetivo de serem ranqueadas por buscadores e serem exibidas como resultado de pesquisas, devem ser compostas por no mínimo 1.500 palavras.

Você há de convir que nem sempre é fácil produzir esse volume de conteúdo abordando exclusivamente características de produtos e serviços, não é mesmo?

Algumas empresas possuem serviços simples, “self services” e que não demandam muitas explicações para serem vendidos. Em outros casos, alguns negócios são receosos em revelar informações sensíveis de seus produtos e optam por divulgar o essencial.

Seja qual for a situação, textos descritivos tendem a ser técnicos, e quando extensos, chatos de serem consumidos. Quantos manuais de instrução você já leu do começo ao fim?

A alternativa para essas situações está na possibilidade de que ao criar um blog, é possível publicar não somente assuntos relacionados ao que uma empresa oferece, mas também conteúdo que seja do interesse e atraia visitas de pessoas que façam parte do seu público-alvo.

Uma empresa de alimentos integrais, por exemplo, pode estimular indiretamente a demanda por seus produtos através de publicações de receitas, ou ainda, abordar os benefícios para a saúde alcançados por quem opta por esse tipo de alimento.

Em ambos os exemplos, o conteúdo não fala diretamente sobre o produto da empresa, mas, atrai seu público-alvo com assuntos que são do seu interesse.

Toda comunicação através de blogs corporativos, pode ocorrer de modo descontraído e despojado, sem a necessidade de formalidades. Tudo depende das características e da estratégia de cada negócio.

PS: Esse tipo de estratégia é válida para negócios B2B e B2C.

4. Blogs de negócios podem compor um repositório de material de apoio ao time de vendas

Como eu sempre digo aqui na agência, tudo que precisa ser explicado mais de uma vez merece se transformar em artigo para blog.

Exageros à parte, tenho levado esse pensamento realmente a sério na SFORWEB. Hoje utilizamos blog posts para educar nossos clientes sobre o que fazemos e inclusive, para capacitar nossos colaboradores e prestadores de serviço.

Para empresas que possuem longo ciclo de venda ou negócios com vendas complexas, criar textos que sustentem e embasem as abordagens e argumentos utilizados pelo time de vendas é essencial.

Um representante comercial, pode indicar por exemplo, artigos da própria empresa que respondam à dúvida levantada pelo potencial cliente durante uma negociação.

Além de gerar credibilidade e posicionar a empresa como referência no assunto (veremos mais sobre isso a seguir), caso tenha sido bem escrito, esse artigo responderá com maestria ao questionamento.

Artigos, como são simples de serem alterados, podem ser testados, modificados e melhorados constantemente para que cumpram seu propósito de eliminar objeções, informar consumidores e guiá-los durante sua jornada de compra.

Conteúdos criados com essa finalidade, também são capazes de reduzir drasticamente o esforço do time comercial para o fechamento de novos negócios.

Com a ajuda de ferramentas e processos de automação de marketing, o potencial cliente pode percorrer sozinho grande parte (ou talvez todas) as etapas necessárias para que se torne de fato um cliente.

5. Gerar conteúdo para blog não requer alto investimento

Sim, ao contrário do que muitos empresários imaginam, trabalhar com marketing de conteúdo ou marketing baseado em educação através de blogs, não exige alto investimento ao compararmos o custo de produção ao seu potencial de geração de negócios.

O que acontece para que essa crença se estabeleça, é que na maioria das vezes, gestores avaliam os recursos envolvidos de modo superficial, ou ainda, questionam sua eficiência por produzirem conteúdo de maneira equivocada, não obtendo assim, os resultados esperados.

Aqui na SFORWEB, por exemplo, as publicações de blog que mais geram visitas para a empresa foram escritas a mais de 2 anos.

Somente diluindo o tráfego que esses artigos trouxeram ao longo de 24 meses e o volume de negócios que geraram, seu custo pode ser considerado como “zero”. E a melhor parte é que não acabou, eles continuarão trabalhando a nosso favor por ainda muito tempo.

Não podemos deixar de levar em consideração também, ao contabilizarmos os custos para produção de conteúdo, quantos recursos do time de vendas ele pode poupar para que uma venda seja concretizada, quando aliados a um funil de vendas e ferramentas de automação.

6. Blogs auxiliam no posicionamento de marca

Hoje, quando você precisa de alguma informação para tomar uma decisão ou uma forma de realizar uma atividade com que não esteja familiarizado, onde vai buscar uma solução?

Se você pensou na internet e no Google, suas consultas fazem parte das mais de 100 bilhões de pesquisas (dados de 2016) realizadas mensalmente na ferramenta.

De abrir uma garrafa de vinho sem saca-rolhas a implementar processos de automação de marketing, cada vez mais, as pessoas buscam conteúdo através da internet para resolver seus problemas do dia-a-dia, sejam eles simples ou complexos.

Assim, blogs passaram a ser excelentes ferramentas para captar demandas por soluções, e também, ótimos canais para que empresas gerem relacionamento com seus potenciais clientes e se posicionem como referência dentro da sua área de atuação.

Um blog post, por exemplo, ao mesmo tempo que sana uma dúvida, pode educar visitantes sobre a necessidade de produtos e serviços, mostrando seus benefícios e principalmente, porque eles se adequam como solução ao que está sendo procurado.

Isso estabelece um vínculo de confiança entre empresa e visitante, evidenciando uma relação ganha/ganha, onde ambos colherão bons frutos.

Este mesmo processo ocorre conosco quando consumimos com frequência conteúdo de sites específicos ou quando acompanhamos experts em nossa profissão.

Sejam empresas ou personalidades a origem do conteúdo, quanto mais “bebemos de uma mesma fonte”, mais ela se estabelece em nosso inconsciente como referência e autoridade.

O mesmo poderá ocorrer com os seus clientes, quando encontrarem no blog da sua empresa, uma fonte atualizada e confiável de conhecimento.

7. Blog posts não tem data de validade e podem gerar resultados permanentes

Com exceção de posts que abordam assuntos temporais, ou seja, temas que estão em evidência no período em que foram escritos, artigos não tem data de validade e podem gerar resultados permanentes.

No marketing digital a esse tipo de conteúdo, que apresenta demanda constante de pesquisas e se mantém interessante a um público-alvo ao longo do tempo, chamamos de “conteúdo evergreen”, ou conteúdo perene.

Conteúdos evergreen auxiliam com que empresas mantenham constantes o volume de acessos ao seu site/blog, garantindo tráfego recorrente.

Imagine por exemplo um artigo que mencione “7 estratégias para melhorar sua comunicação em apenas 30 dias”. Todos sabemos que a habilidade de se comunicar bem é uma das características mais valorizadas pelas empresas.

Qualquer profissional minimamente atento ao mercado e com aspiração de crescimento profissional provavelmente se interessaria pelo assunto, e esse cenário não irá mudar, pelo menos em um futuro próximo.

8. Conteúdos de blog são fáceis de serem consumidos

Publicações de blogs, por serem compostas basicamente por conteúdo textual, são fáceis de serem consumidas e acessíveis à maioria das pessoas.

Mesmo com a evolução tecnológica e a melhoria dos serviços de internet no Brasil, algumas regiões ainda possuem conexões desfavoráveis ao acesso de mídias como áudio, vídeo e imagens em geral.

Textos não possuem grandes barreiras de acesso, pois exigem pouco da banda de internet para que sejam carregados, independente do dispositivo utilizado (smartphone, tablet, notebook, desktop, etc.).

9. Blogs de negócios são de total controle das empresas que os desenvolvem, e isso não deve mudar!

Vejo muitas empresas focarem seus conteúdos em plataformas de terceiros, como ferramentas gratuitas para criação de blogs e redes sociais.

Youtube, Facebook e Instagram ocupam disparadas a preferência de um grande volume de negócios que não possuem site, blog ou outro canal de comunicação com a sua audiência.

Isso me assusta profundamente, pois a qualquer momento, “as regras do jogo” podem mudar, e colocar em risco a saúde financeira e inclusive a vida, de negócios que dependem exclusivamente de tais canais.

Veja o exemplo do Facebook. A medida que empresas começaram a fazer intenso uso da rede social para negócios, Mark Zuckerberg passou a diminuir o alcance de suas publicações, ou seja, menos pessoas passaram a ver o conteúdo de Fan Pages.

As justificativas para isso não inúmeras, mas o fato é que, páginas de negócios na rede social não alcançam mais que 5% dos seus fãs sem investimentos em anúncios e sem que impulsionamentos pagos de posts.

É possível criar e manter uma Fan Page gratuitamente. Mas, as pessoas visualizarem o que ela publica é outra história!

Essas mudanças ficaram evidentes em 2016. Antes disso, o Facebook não possuía restrições significativas de alcance, seja para perfis ou Fan Pages. As regras mudaram ao longo do tempo, e nada podemos fazer, a não ser nos adaptarmos.

Agora eu lhe pergunto: O que mais virá? Será que vale a pena concentrar todos os ovos em uma cesta emprestada?

Na minha opinião, concentrar os conteúdos de um negócio em seu blog corporativo é o modo mais seguro de sempre estar no controle da situação e não ter surpresas desagradáveis no futuro.

10. Blogar é a melhor maneira de gerar conteúdo relevante para uma audiência em múltiplos canais

O conteúdo gerado para blogs de negócios, pode ser reaproveitado na íntegra ou como material complementar para publicações em outras mídias. Assim, é possível desenvolver estratégias multicanais sempre alinhadas a um mesmo objetivo.

Por exemplo, perfis em redes sociais podem ser abastecidos com chamadas para artigos do blog, ou ainda, canais do Youtube podem complementar o conteúdo de um blog post, ou vice-versa.

Empresas presentes em redes sociais como Facebook, Twitter e Linkedin e que não possuem blog, ficam inevitavelmente presas a 4 situações:

  • Publicar imagens com frases de efeito de personalidades;
  • Publicar vídeos de outras empresas ou pessoas influentes do seu segmento;
  • Publicar conteúdo que direciona a sites ou blogs de terceiros;
  • Publicar somente propagandas/anúncios de seus produtos/serviços;

Nas três primeiras situações, os maiores e melhores resultados serão obtidos por quem gerou o conteúdo, tendo sua autoridade reforçada e sua projeção aumentada a cada nova publicação.

Publicar somente propagandas e anúncios de produtos e serviços é certamente o caminho mais curto para diminuir uma audiência. Afinal, todos estamos cada vez menos receptivos a esse tipo de abordagem!

Não estou defendendo aqui que uma empresa não pode utilizar conteúdo de terceiros. Essa prática é válida quando ele é relevante para o seu público-alvo. Porém, autoridade, posicionamento de marca, empatia com a empresa e consequentemente vendas, virão quando um negócio mostrar sua expertise na área em que atua.

Concluindo

Diante da constante mudança do perfil do consumidor, blogs corporativos vêm sendo utilizados como ferramentas indispensáveis por diversos tipos de negócios como elemento decisivo para influenciar, direcionar e estimular o consumo de produtos e serviços.

Por essa razão, blogs de negócios estão longe de serem considerados somente canais de publicidade e propaganda, sendo vistos atualmente também como importantes mecanismos para gerar empatia e proximidade com potenciais clientes e compradores.

Em uma sociedade amplamente conectada, onde a credibilidade da publicidade está cada vez mais sendo questionada, negócios em geral, precisam abrir mão das abordagens convencionais em busca de melhores formas de se comunicar com o seu público e atingir seus objetivos comerciais. E para isso, blogs são excelentes ferramentas.

Nesse aspecto e em muitos outros, blogs podem ser excelentes meios de driblar a concorrência, conquistar novos consumidores, fidelizar atuais clientes, gerar autoridade sobre uma marca, e ainda, simultaneamente agregar valor aos envolvidos durante o processo.

Se você optou por não ter um blog para o seu negócio, talvez seja hora de rever seu posicionamento. Se os seus concorrentes ainda não blogam, será questão de tempo para que entrem nesse universo.

Até o próximo artigo!

Sobre <strong>o autor</strong>

Sobre o autor

Alexandre Spada é empresário na área de tecnologia, formado em Ciência da Computação, Especialista em Engenharia Web e Gestão Estratégica de Negócios. Atualmente, Alexandre cursa Mestrado em Design, Inovação e Tecnologia.

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